quarta-feira, 23 de março de 2011

Promotor de Venceslau vive terror de ataques na faixa de Gaza

Promotor André Luis Felício (Tuffi) está em
Israel em missão religiosa
O promotor de Justiça prudentino André Luis Felício (Tuffi), que atua no Ministério Público em Presidente Venceslau, viveu momentos de terror na madrugada dessa quarta-feira (23) em Beer Sheva, região sul de Israel. Misseis foram lançados contra a cidade em que ele e um grupo de 50 brasileiros dormiam. Alguns foram interceptados.

Os brasileiros foram despertados as 5h30 (0h30 no horário de Brasília) com sirenes que avisaram a população sobre o ataque. Um dos foguetes atingiu a cidade de Beer Sheva, ferindo levemente quatro pessoas.

“Fomos acordados e avisados sobre o ataque, apesar do momento ser de pânico e medo, os funcionários do hotel que estávamos hospedados foram tranquilos e mostraram controle ao nos informar em como devíamos proceder mediante o terror que a cidade vivia. Mas a gente ficou com medo, é uma situação complicada”, conta Tuffi.

O prudentino, que está em missão religiosa em Israel desde o dia 11 desse mês a convite do missionário Dunga, da Canção Nova, e fotografava o deserto de Neguev, informou ao Portal Prudentino por telefone as condições que ele observou em Beer Sheva e em Tel Aviv, cidade onde ele está no momento aguardando seu voo para o Brasil previsto para as 22h.

“No caminho para Tel Aviv ficamos sabendo de outro ataque contra a cidade onde estávamos. Uma usina hidrelétrica também foi atingida por um dos mísseis. Muitos helicópteros sobrevoam a cidade e isso causa muito desconforto” fala.

Já no aeroporto, o promotor diz estar apreensivo em retornar ao Brasil e conta a rotina vivida nos momentos que antecedem o seu embarque. “No aeroporto, a segurança está reforçada, percebe-se um clima apreensivo entre as pessoas aqui, 80% das malas do nosso grupo de brasileiros foi revistada pelos policiais. Confesso que estou feliz por ter passado por tudo isso no último dia da minha viagem. É um alívio saber que logo mais embarco de volta para meu país” finaliza.

Após os ataques com foguetes palestinos, a prefeitura de Beer Sheva ordenou o fechamento de todas as escolas depois que os foguetes atingiram a cidade, causando pânico na população.

O grupo Jihad Islâmico afirmou que os ataques eram "apenas uma reação preliminar aos crimes do sionismo contra nosso povo em Gaza". Com informações do Portal do Ruas

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